Após o calendário romano ter sido determinado, o líder de Roma, Júlio César implantou o Calendário Juliano, em 46 a.C., a partir de uma substancial alteração no antigo calendário. O conceito foi alterado mais algumas vezes durante o Império Romano, tendo sido modificado pela última vez em 1582, pelo Papa Gregório XII, marcando a criação do calendário gregoriano.

Imperador romano Julio Cesar

Nos moldes do calendário romano, os meses de Januarius e Februarius (janeiro e fevereiro respectivamente) eram os últimos meses do ano. Observando as comemorações romanas para a estação das flores, que eram marcadas pelo mês de março aconteciam durante o inverno, que até então era o primeiro mês do ano. Para corrigir o calendário, Júlio César determinou que o astrônomo Alexandrino Sosígenes alterasse a ordem, acrescentando ao final do ano mais dois meses, que seriam Unodecembris e Duodecembris. Desta maneira, os meses de janeiro e fevereiro foram “empurrados” para o início do ano.

O equinócio permaneceu marcado no mês de Martius (março), que passou a ser então o terceiro mês do ano. Outras mudanças foram feitas por Júlio César no calendário juliano, inclusive a originação do ano bissexto, que até então era o mês intercalar Mercedonius. No conceito da época, anos de 366 dias deveriam acontecer a cada três anos.

Em vários países ainda predomina o calendário juliano, seguido por cristãos ortodoxos, no entanto, segue-se o modelo alterado pelo Imperador Augusto, no ano 8 d.C.

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Após o calendário romano ter sido determinado, o líder de Roma, Júlio César implantou o Calendário Juliano, em 46 a.C., a partir de uma substancial alteração no antigo calendário. O conceito foi alterado mais algumas vezes durante o Império Romano, tendo sido modificado pela última vez em 1582, pelo...